Por que a Sua Autoestima Flutua e Por que Isso é Normal?

Olá! Você já se perguntou por que em alguns dias você se sente no topo do mundo e, em outros, nem tanto? A autoestima é essa voz interna que nos narra a história de quem somos e, às vezes, essa narrativa muda. Hoje, vamos conversar como bons amigos, sobre as ondas da autoestima e por que surfá-las é uma parte totalmente normal da experiência humana.

A Natureza da Autoestima

A autoestima não é uma linha reta; é mais como um gráfico de altos e baixos. Ela flutua com base em uma série de fatores:

  1. Experiências do dia a dia: Uma apresentação bem-sucedida pode elevar seu espírito, enquanto uma crítica pode derrubá-lo.
  2. Relacionamentos: O carinho e apoio de pessoas queridas podem ser um impulso, mas conflitos tendem a nos derrubar.
  3. Saúde mental e física: Um bom estado de saúde tende a manter nossa autoestima alta, e o inverso também é verdadeiro.
  4. Expectativas pessoais e pressões sociais: Como você se vê versus como acredita que deveria ser pode criar uma montanha-russa emocional.

Por que Flutuações São Normais

Mudança é a Única Constante

A vida está em constante movimento e nós somos seres adaptáveis. Nossos sentimentos sobre nós mesmos são reflexos de nossas experiências. Se tudo é fluido, por que nossa autoestima seria diferente?

Espelho, Espelho Meu…

Nossas percepções são como um espelho que às vezes amplifica o bom e, outras vezes, o não tão bom. A autoestima reflete não apenas o que acontece conosco, mas também como processamos internamente esses eventos.

Crescimento e Aprendizado

Cada queda é uma oportunidade para aprender e cada alta é um momento para apreciar. A flutuação da autoestima pode nos ensinar resiliência e autoaceitação.

Dicas para Navegar as Flutuações

  1. Aceite as flutuações: Entenda que altos e baixos são parte do jogo.
  2. Autocompaixão: Seja gentil consigo mesmo nos dias ruins.
  3. Construa uma rede de apoio: Amigos e familiares podem ser seu porto seguro.
  4. Mantenha um diário de gratidão: Anote as coisas pelas quais é grato. Isso pode ajudar a manter uma perspectiva positiva.
  5. Atividades que fortalecem: Engaje-se em hobbies e atividades que o façam sentir-se bem.

Conclusão

A autoestima é como uma dança. Às vezes estamos em sintonia, outras vezes pisamos no próprio pé. Mas cada passo é parte da coreografia da vida. Lembre-se de que flutuar é humano e totalmente normal. Então, da próxima vez que se sentir um pouco para baixo, saiba que é apenas uma pausa antes do próximo passo da dança.

Espero que este artigo tenha sido um abraço em palavras e que ajude a compreender as marés da sua autoestima. Lembre-se, você não está sozinho nessa dança da vida!

Cuide-se bem e até a próxima!

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